Women Techmakers, a PpDM e a igualdade (não) virtual

Google Developers GroupWomen Techmakers realizaram em Lisboa, a 10 e 11 de Novembro, o GDG DevFest Lisboa’17 a conferência anual para programadores/as. Este foi um espaço onde predominaram comunicações sobre código e sobre a Inteligência Artificial. Foi, ainda, um evento que pretendeu contribuir para a promoção da igualdade de género no âmbito da programação por mulheres.

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres foi a organização beneficiária desta conferência através de donativo correspondente ao valor dos bilhetes vendidos. Foi com muito gosto que recebemos o convite para tal, particularmente porque esta foi a forma da Google Developers Group e das Women Techmakers Lisboa reconhecerem o trabalho que temos vindo a desenvolver na promoção dos direitos humanos das mulheres e da igualdade entre mulheres e homens. Um grande agradecimento fica aqui!

Num meio onde as mulheres detêm 25% dos empregos de código e recebem ainda 30% menos que os homens, as Women Techmakers Lisboa são uma side-community dentro da GDG Lisboa, que tem como objetivo promover o debate sobre diversidade na tecnologia, tendo um papel ativo no combate às desigualdades entre mulheres e homens nas tecnologias e no mundo do trabalho tecnológico.

Nos últimos dois anos, a Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres tem realizado algumas ações no domínio das mulheres e tecnologia de informação e comunicação, nomeadamente:

1 comentário em “Women Techmakers, a PpDM e a igualdade (não) virtual”

  1. Alerto para os vários tipos de violência contra as mulheres.
    A violência psicológica mais conhecido por ( assedio moral) é uma arma silenciosa que mata lentamente, sem que outros ( ao lado) percebem o mal que causa:
    Desgosto constante, dores no peito e na cabeça constantemente de dia e de noite; a vitima vai morrendo por dentro. Fica desorientada, estando na origem desse desgosto o (poder do chefe afastar a pessoa do trabalho que exerceu durante anos, para o oferecer a uma amiga mais nova, com menos habilitações e sem qualquer formação na área.
    Depois de seguida a perseguição, para que a vitima sinta que é indesejada, passa a ser colocada nos piores serviços.
    Conclusão a vitima pede a reforma antecipada, ou recorre a atestados médicos, ou faz uma asneira de morte ou mata. Se ainda lhe restar algum bom senso mete baixa medica e assim se vai aguentando… altamente medicada para se aguentar, mas o medicamento não mata o desgosto… vai atenuando o desgosto que mora com ela dia e noite.
    Com os meus cumprimentos
    Maria

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